Mindfulness, um lugar para respirar no turbilhão da vida

 

Quando nos colocamos nele, a mente e as emoções se estabilizam, e temos clareza para lidar com nossos desafios. Esse “lugar” é um estado mental que você pode aprender a acessar.           

 

O que trouxe você a este texto foi sua busca por alternativas para lidar com algo que o incomoda, não foi?  

 

Talvez seja o stress ou a ansiedade. Talvez, as muitas preocupações que lhe tiram o foco, o sono, a paz. Pode ser a sensação de estar com coisas demais na cabeça, e por isso com dificuldade para se concentrar, seguir suas prioridades, ter começo, meio e fim. Quem sabe seja a insatisfação por fazer tudo que vai aparecendo, e terminar o dia sem fazer o que deveria ser feito. Ou simplesmente o cansaço de viver nesse turbilhão que é o tal mundo moderno.

 

Sei bem como é. Essas situações que descrevi, experimentei  todas. E suspeitava que a causa era minha mente inquieta, sempre apressando o futuro, viajando nas preocupações, sem desligar dos problemas, distraindo-se com facilidade e aflita para dar conta de fazer várias coisas ao mesmo tempo.

 

Em meados de 2013, fui buscar na neurociência recusos para domar essa mente que parecia ter vontade própria. Foi então que descobri o mindfulness, um treino de focalização da atenção que, em princípio, fortalece nossa capacidade de concentração, diminui a agitação mental e, por consequência, combate a ansiedade e o stress. Mas com o aprofundamento dos estudos e minha experiência como praticante, compreendi que se trata de muito mais do que isso.

 

Você pode desligar os pensamentos que o perturbam

 

Mindfulness  é um estado mental, um “lugar” dentro de nós mesmos onde podemos tomar fôlego na correria da vida. Nesse lugar, o pensamento silencia, e também as preocupações, julgamentos, expectativas ou reclamações. Quando nos colocamos nele, a mente e as emoções se estabilizam, e temos clareza para lidar com os desafios da vida.

 

A prática de mindfulness nos treina para fazer as coisas com mais atenção, organização e melhor aproveitamento do tempo. Temos maior consciência de como usamos nossa energia mental e escolha de como queremos usá-la. Isso faz toda diferença nesses tempos em que andamos tão no piloto automático.

 

Eu poderia desenrolar uma lista de efeitos benéficos, mas vou citar um que, para mim, é muito precioso:  compreendi que meus pensamentos são apenas pensamentos, e não verdades absolutas sobre mim mesma ou sobre o mundo, nem previsões do futuro. Eu posso “desligá-los” quando eles me perturbam.

 

E não posso deixar de mencionar que também aprendi a lidar com minhas emoções. Disponho de recursos para apoiar a mim mesma em momentos de tristeza, angústia ou aflição. A compreensão que tenho hoje sobre a natureza emocional humana me deixa mais confortável para ser eu mesma, sem me julgar pelo que sinto.

 

Algo do que você leu até aqui fez sentido?
Vai ao encontro do que está buscando?

 

Se a resposta é sim, estou pronta para compartilhar o que aprendi  com você. Criei um programa, que chamo de Você Mais Centrado, para a incorporação da prática de mindfulness em nossa vida. Por meio dele, transmito o conhecimento que tenho sobre neurociência do comportamento e uma filosofia de vida, baseada em 12 atitudes, para a ampliação da inteligência emocional.

 

O programa começa com um workshop de 8 horas, num sábado, e prossegue por sete semanas com um treino para os participantes fazerem em casa, com meu acompanhamento. Conheça o programa clicando aqui.

 

Antes de clicar, leia isto, tenho um alerta para lhe fazer. Daqui a pouco, sua mente estará novamente envolvida com os inúmeros afazeres, problemas e preocupações do cotidiano, enfraquecendo sua intenção de fazer algo importante por si mesmo. Porque isto acontece com nossa mente o tempo todo: arrastada pelo turbilhão da vida, ela se distrai e se desvia daquilo que queremos. Mas estando consciente disso, você poderá sustentar sua intenção desta vez.

 

Então, clique aqui para conhecer o programa Você Mais Centrado.

 

Que você esteja bem!

Regina Giannetti D. Pereira

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October 25, 2017

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